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A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Charles Chaplin

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

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(cilada)

Quero antes de mais nada contar como foi a virada:

Eu peguei férias do dia 24/12/2010 até dia 06/12/2011 depois de passar a véspera de natal aqui em casa com a família, e ser aquela mesmice espumante, peru, sorvete assistir ao filme Shrek para sempre. Eu não dormi fiquei no computador a noite toda, no natal pela manhã viajamos para passar o natal com os parentes no sitio do tio Osmar, onde o Pai só pescou. Lá pelas 4 da tarde eu já estava morrendo de sono dentro do carro. Apaguei na viagem de volta só acordei quando paramos num posto por causa da tempestade muito forte, chegamos em casa e eu dormi das 6 da tarde até o meio dia do dia 26 quando escrevi o livro.

Nos dias que antecederam o ultimo do ano, eu fiquei em casa, maluco desesperado, precisando de coisas novas, aventuras novas, precisando me sentir novo, estava muito entediado louco pra sair correndo pra praia, no dia 29 troquei de quarto com minha irmã do meio e agora divido o quarto com minha irmã de 5 anos pelo menos tem ar condicionado, é mais fresco, não tem pernilongos, tem menos barulho, menos conversas ao lado, um verdadeiro oásis, então isto me confortou um pouco, mas eu precisava de mais. No dia 30 liguei o dia todo para o Bruno, para irmos á Barra do sul, ele não atendia, sai na rua pra ver se ele estava em casa, passando na frente da casa dos velhinhos podres de ricos, estava lá o bruno sentado com os pais conversando com os velhinhos. Eu imaginei: porque ele tá junto nessa? Ele não é disso! Deixei de lado a ideia e me conformei em ficar em casa e no réveillon passar no barraco dos meus avós (na ‘’favela’’) no bairro João Costa aqui em Joinville. Nisso o telefone toca e era o Bruno convidando pra ir pra enseada. Arrumei-me em 2 minutos tava na casa dele com a mala e pronto pra viajar. Partimos em quatro: Dona Jovelina (mãe do Bruno) Seu Bruno (Pai do Bruno, e sem criatividade pra colocar um nome no filho) O Bruno Júnior e eu.

Já na saída de Joinville começou a fila de carros, depois de 2 horas e meia andando e parando naquela fila pegamos alguma velocidade, quase na enseada o carro começou a chiar, depois de dizer que não era nada e insistir mas levar bronca da mulher Seu Bruno parou o carro, a roda tava pegando fogo, não literalmente claro, estava muito quente, ele esperou um pouco abriu um saco com uma cuca e foi comendo, levou mais uns esporros da mulher e do filho, principalmente depois de dizer pro filho estudante de engenharia mecânica que era pra jogar uma agua gelada na roda pra ver se esfriava. Logo após o Bruninho tentar ajudar duas gatinhas e eu já estava no carro e nem deu tempo de dar nosso endereço na enseada pra elas, partimos. Chegamos ao prédio de frente para o mar, O Bruninho e a sua mãe se embabacaram para abrir o cadeado do portão, depois de subirmos com as malas até o terceiro andar, e o Seu Bruno ficar bravo dizendo: eh e eu sou so o chofer? Bruninho tentou novamente e conseguiu abrir o portão, desta vez pelo lado de dentro do prédio. Entramos no apê e que apê, 2 quartos com 3 camas e 2 beliches e uma suíte uma cozinha com mais coisas do que a minha cozinha, whisky importado da Escócia que dois dias depois eu vi no BIG a venda, uma sala super-confortavel, mesa de jogos, baralho, sem contar a boa vista de todas as janelas, só faltou o essencial: cerveja.

Eu tinha ficado meio cabreiro porque em Joinville eu tinha pago 18 reais numa caixa de Brahma, achei caro e não bebi lá no réveillon da família, então o Bruninho e eu partimos atrás de uma caixa de ceva pra tomar lá no apê com os velhos dele. No único bar que vendia caixa inteira gelada, pagamos 28 na caixa de skol porque a Brahma era 34 a caixa. Quando voltamos para o apê todos já queriam dormir, bando de vadios, chatos, e preguiçosos, foi o que eu pensei (não conta isso pra eles) Estamos de férias na praia deixa pra dormir em casa, aqui é pra curtir, eu estava louco pra tomar aquela cerveja, jogando um truco depois de uma volta na praia. Mas tive que tomar uma cerveja, comer um cachorro quente que a mãe do Bruninho tinha feito, e ir dormir eu já tinha escolhido um quarto pra mim, mas a mãe do Bruno disse que já tinha arrumado uma beliche pra mim dormir, e era no mesmo quarto que o beliche do Bruno, pra não descontentar a mulher eu fui lá mesmo né. Deus que me perdoe, o guri fechou a janela, colocou uma meia e uma calça comprida puxou uns cobertores e não deixou de maneira alguma eu ligar o ventilador, então eu virei o ventilador pra parede, o vento batia na parede e ‘’refletia’’ em mim, estava bom, estava sossegado, estava na mais fraquinha velocidade, mal fazia barulho, mas o guri levantou desligou o ventilador, tirou da tomada e colocou no canto alegando que fazia muito barulho e ele não conseguia dormir, isso que a cada 5 minutos passava um carro a rua com som alto, e varias pessoas passeavam conversando, mas o que não deixava o guri dormir era o meu pobre ventilador. Pois é ‘’parece que tá tudo no esquema, mas to sentindo o cheiro de problema, sempre tem alguma coisa errada, falei pra você, só pode ser CILADA. ’’

Depois de morrer de calor, me bater com os pernilongos (eu demorei quase um minuto pra escrever a frase acima nos quais uns 30 segundos foram na parte dos pernilongos, saíram, peRnelongos, perlinoigos e outras coisas mais.)

Eu dormi um pouco e no ultimo dia de 2010 aniversario da minha mãe, acordei meio que triste por passa-lo pela primeira vez longe dela, e feliz por passa-lo na enseada, fiz café e tomei um café com um bolinho, quando o segundo acordou que foi a mãe do Bruno, eu estava assistindo ao Mais você especial, (que maravilha ver a Ana Maria Braga dançando o Rebolattion no dia 31 de dezembro pela manhã) ela ficou de cara quando viu que eu tinha lavado a louça do dia anterior e feito café, me deu uma onça (50 pila) pediu pra mim ir comprar pão, eu que já conhecia todo o bairro e ela e o marido se perderam horas mais tarde quando foram na esquina comprar uma carne pro fim do dia.

‘’O pão da praia’’, é assim que nós padeiros se referimos aos pães mal feitos em joinville. A fila na padaria era imensa e o pão era nanico e caro, voltei pra casa e só la pelas 10 horas o Bruninho foi acordar, Antes disso o seu Bruno foi atrás de um mecânico para a roda que chiava.


Perto das 11 horas o ‘’GURI’’ como citado neste capitulo partimos pra Praia.

A praia, também tem ciladas? E como.

Mas também tem coisa engraçadas, como o caso do vendedor de castanhas de caju, com um saco de mais ou menos um metro de altura na cabeça, onde não havia menos de 25 quilos de castanhas ele andava tranquilo e berrava:

‘’OLHA A CASTANHA DE CAJU, QUEM NÃO PIDIU PIDA!

PIDA LOGO! PIDA PORQUE ESTÁ CABANU”

Acho que esse ‘‘Pida’’ era um espécie de estratégia de marketing.

Como sempre tinha umas barangas de biquininho rebolando achando que está arrasando, mas na verdade está estragando a paisagem, enquanto as belas mesmo estão torrando na areia, agora vê se você não concorda comigo, viajar 80 km, gastar dinheiro com gasolina, pedágio, aluguel de casa de praia e suprimentos, pra chegar na praia e não aproveitar o mar, só ficar na areia se bronzeando, é uma bela de uma sacanagem né. Aqui na cidade também esta quente e tem sol, bota um biquíni e deita no asfalto que fica negona. Eu, pelo menos, vou a praia pra me refrescar do sol quente, pra fugir do calor mal ‘’utilizado’’ na cidade (sem praia), ir a praia pra pegar sol é perca de tempo. Vá a Praia pra fugir do sol.

Como saímos de repente e não passamos protetor, voltamos pra casa vermelhos queimados, quando era quase uma e meia da tarde, ainda não tínhamos almoçado então voltamos a passear na enseada, desta vez para colocar créditos nos celulares do Bruno e no da mãe dele, depois de rodar todos os comércios do Bairro e vermos que não vendiam créditos da operadora dele, todas menos a dele, passamos em uma loja de lembranças onde compramos camisas com frases engraçadas, foi difícil escolher entre:

‘’Sogra é que nem batata, as boa tão debaixo da terra.’’

‘’Evite ressaca, mantenha-se bêbado’’

‘’faça amor com segurança’’ verso ‘’SEGURANÇA’’

Entre outras, todas com a marca ‘’ Enseada, São Francisco do sul - SC,’’ em baixo.

Eu comprei três

A primeira era idêntica a camisa dos salva vidas, tinha o símbolo dos salva vidas e esta escrito na Logo,’’ SALVA LINDAS’’, E atrás ‘’E AS FEIAS SE DER TEMPO’’ A outras duas eram de pescador: uma dizia assim:

‘’PROCURA-SE, Mulher pra casamento. Que saiba cozinhar, limpar peixes, arrancar minhocas, e que seja proprietária de um pesqueiro no pantanal com barco a motor 25 hp. Favor enviar fotos: do barco, do motor e do pesqueiro.’’

Ou seja o cara só quer pescar nas costas da mulher, e ainda quer que ela arranque as minhocas limpe e cozinhe os peixes.

E a terceira comprei pro meu pai mas usei na hora da virada, (Porque era a única camisa limpa e fresca ‘’e branca’’ que eu tinha.)

‘’Quem Pesca vive menos

Menos estressado

Menos irritado

Menos preocupado

Menos p. da vida’’

Meu pai pesca e ainda vive com essas características, para vocês terem uma ideia no natal ele estava pescando, e um peixe escapou então ele estava contando pra minha tia, que o peixe arrebentou a linha levou tudo o anzol o empate, e eu continuei o empate a prorrogação os pênaltis. E ele já meio irritado disse, Jonathan eu to falando sério, fica brincando, e eu resmunguei, ah vai morrer agora porque o motherfucker do peixe fugiu, vai acabar o mundo. (Bom é mais ou menos sobre isso que eu falo no capitulo PRATHER. Relaxa não seja rabugento se irritando por qualquer coisa. Só porque o peixe levou o empate a prorrogação e os pênaltis. Não te tirou da copa do mundo, e nem se fosse a tal.)

O Bruninho comprou duas camisas (eu já tinha esquecido de que estava contando essa historia) como ele ‘’ama’’ o cunhado, comprou a tal:

‘’MEU CUNHADO É DEZ:

DEZ ajeitado

Dez organizado

Dez miolado

Dez orientado

Dez arrumado

Dez equilibrado

Dez confiado

Dez trambelhado

Dez ajuizado

Dez dentado

Total 100 Vergonha.’’

E outra igual a minha do procura-se mulher pra casamento que faça e tenha aquelas paradas todas.

Naquele dia almoçamos três da tarde, tiramos um ronco até as 6 fomos pra praia de novo, caminhamos apenas não entramos na agua, ficamos na festa que tinha na praia quando começaram os foguetes:

FOGUETES EM MÃOS DE Bêbados = PERIGO = CILADA = CORRAM PRAS COLINAS!!!!!

Eu sou meio ‘’escamado’’ (para os mais antigos eu não sou peixe, quero dizer que sou meio desconfiado, medroso, pé atrás). Então ficava prestando atenção aonde tinha gente com foguete e para que lado eles direcionavam, e então eu ficava do outro lado, eu estava nervoso, estava longe de casa, da família, mas estava num show de reggae, então relaxei, e nessa relaxada o cara na frente coloca um foguete no chão o foguete cai e quando vejo e tento virar o rosto é tarde demais.

Para minha sorte o tal foguete não explodia e não tinha fogos, eram apenas cinco ‘’espirradas’’ que assoviavam no ar, como ele caiu uma ‘’espirrada’’ assoviou no meu olho, na hora achei que era areia, mais tarde vi outro foguete igual e percebi o que era, o negocio pegou a milímetros dos grãos dos meus olhos, a parte branca ficou toda vermelha e a parte atingida ficou SUPERVERMELHA. Eu fique P. da vida, principalmente porque o cara que soltou o foguete viu que a bagaça dele atingiu meu olho e riu, desculpa meu amigo mas FIADAPU ELE. Saímos dali, eu estava meio sem clima, eram 7e30 da noite mas estava ficando chato, caminhamos ate o fim da praia e vimos um cara muito irritado gritando com um policial:

- Algum desgraçado roubou meu carro, fiadapu.. ta aqui a chave do meu Astra. Os fiadapu.. levaram meu astra caral.. .

Policial (capitão nascimento) O SENHOR BAIXA A VOZ, QUEM O SENHOR PENSA QUE É, O SENHOR TENHA RESPEITO, O SENHOR BAIXA A VOZ AGORA.

Se eu fosse o cara, relaxava e aproveitava a praia por mais tempo, depois fazia um BO, e tinha uma boa desculpa pra dar ao chefe na empresa.(mentira, eu ia fica muito cabreiro, imagina um Astra, se fosse o Passat era um favor, mas um ASTRA.)

Eu reclamava do olho que estava doendo, e meu ‘’GRANDE PARCEIRO BRUNO’’ dizia: Para de reclamar, já está ficando chato, parece um velho. Parece que ele não se conhece, se fosse ele, ia faze cena, ia reclamar um monte com o cara que soltou o foguete, ia reclama do cara pra policia, ia reclamar a viagem toda, ia ser um drama, mas comigo não né, não estraga meu findi ANO.

Então voltamos para o Apê, eu totalmente sem clima de fim de ano, me faltava o ar, quase chorei, o stress era forte, a vontade de sair na rua e passar a virada na praia era grande, mas na minha cabeça parecia que havia uma guerra civil lá fora, e eu estava refugiado ali dentro, enquanto olhava pela janela a as pessoas na rua indo em direção a praia aos montes, cada 5 minutos passavam uns 60 por vez. Então tentei relaxar assistindo ao show da virada, e fiquei totalmente sem clima quando começou a apresentação do Restart.

Mas quando eram 11e30 nos arrumamos pegamos um espumante e saímos para a praia, uma caminhada de 5 minutos durou na minha mente uns 20, quanto mais perto da Praia mais legal ia ficando, e a guerra civil mais perigosa na minha cabeça, quando chegamos na praia, tinha tanta gente, que relaxei, comecei a pular com a musica, e brincar parecia uma criança. Quando o cara soltou um foguete igual ao que caiu no meu olho e o pavor voltou, me escondi atrás de uma barraca de uns caras muito loucos bem bêbados e bem feios que acampavam ali. Quando o Bruninho começou a abrir o espumante, e não conseguia abrir eu olhei para o relógio e no exato momento virava o ano, por incrível que pareça como num filme em câmera lenta no momento em que de 11e59 virou 00e00 começou a chover e eu pensei que era espumante, mas era chuva, e todo mundo começou a berrar e pular e se abraçar e se beijar e festejar, e eu gritei ou pensei nem lembro, É DEUS ABENÇOANDO MEU ANO DE 2011. É PRA LAVAR A ALMA, Quando fui cumprimentar os pais do Bruno e ele, estavam tomando espumante debaixo de uma barraca se escondendo da chuva que depois de 2 minutos que começou já tinha terminado, Eita velhice, chatice, sem gracice, eu pensei, estamos aqui pra curtir pra que se esconder da chuva. Que mal molhou direito. Deus é sensacional eu pensei comigo (obvio que pensei comigo, como vou pensar contigo?) Cheguei cumprimentar uma galerinha bonita, 5 garotas e 3 garotos que estavam ali, depois de alguns 15 minutos e os foguetes estourando no horizonte o Seu Bruno diz: é já ta quase dando a hora. Eu comecei a rir mas tive que brincar: que ta quase dando a hora a homem, já é meia noite e quinze pô!

Andando até o palco o chinelo sujo de areia, arranhava os dedos , então o Bruno e eu tiramos e carregamos na mão, mas muito cuidadosa a mãe dele disse: coloca essa chinelo no pé guri, não vê que pode ter cacos de vidro.

É verdade, mas que graça tem andar de chinelo na praia?

Quando paramos em frente ao palco ao som do ki beleza, eu já animado junto com o pessoal a cantar e fazer aola e coisarada, o pai e a mãe do Bruno diziam:

É, vamos pra casa, isso ai não vai da nada, tá sem graça, vocês estão com a roupa molhada, está todo mundo bêbado.

E eu falei baixinho pro Bruno, que merda né tá todo mundo bêbado e a gente tá são.

Pra não contrariar muito os velhos do bruno que não sabem curtir férias na casa de praia dos outros, fomos em casa e trocamos de camisa.

O bruno e eu já estávamos cheios de historias pra contar, e os pais deles desde que chegaram fizeram o seguinte

O seu bruno foi atrás de um mecânico, voltou almoçou, dormiu a tarde, acordou, viu televisão, jantou e foi pra virada. E ela fez a mesma coisa com exceção da parte do mecânico.

Voltamos pra casa umas 4 da matina tiramos um ronco ate as dez da manha do dia primeiro quando novamente saímos pra praia para mais ciladas.

Desemboca um rio no começo da praia da enseada, fomos tomar banho nesse rio, e o Bruno viu um pessoal pulando da ponte, então o que ele fez? Foi pular da ponte também. Quando subiu lá em cima eu lá em baixo consegui nadar pela primeira vez na vida, cerca de uns 20 metros, só descobri depois que vi que estava muito longe das minhas coisas, da camisa e do chinelo. E o Bruno estava lá em cima, junto com outro cara, antes varias pessoas tinham pulado, exatamente na hora que ele foi pular, o salva-vidas (não lindas) veio apitando e berrando: desce dai seus loucos, desce agora, o Bruno saiu e o outro cara ficou e o salva vidas desesperado berrava: Tu é surdo é? Desce agora

O Bruno pra não levar esporro do salva-vidas deu uma volta gigantesca para não passar pelo tal.

Depois na água do mar o Bruno e eu, conversávamos e ao lado banhava-se uma sereia, coisa mais linda do mundo, e ela prestava atenção na nossa conversa, então o Bruno saiu da água, e ela perguntou?

Vocês são engenheiros arquitetos algo assim?

Eu disse ele cursa engenharia, eu adoro arquitetura, mas faço administração que eu gosto mais. Mas porque a pergunta?

Eu ouvi o papo de vocês, quanta cultura e conhecimento hein. Eu sou Fernanda, sou formada em arquitetura pela UFSC(Universidade federal de santa Catarina)

Prazer Fernanda, então você estava ligada na conversa do Jack e do Bruno aqui.( Falei já me apresentando)

Depois de falarmos algo sobre ‘’porque jack’’

Ela puxou um papo sobre um filme, que nem lembro mais qual era, que o cara conheceu a guria na praia e bla bla bla, eu vi que ela tava caidinha, pelo papo, fui chegando mais perto, falando olhando no ‘’grão do zoio dela’’ quando por debaixo da agua ela pegou na minha mão, não pensei em outra coisa a não ser beija-la, quando tentei fazer isso ela delicadamente colocou os dedos nos meus lábios e disse: Eu não faria isso, está vendo aquele cara lá ó? É meu namorado.

Eu olhei para o cara e respondi: Mas eu não estou vendo o chifre.

Ela ria saindo da agua e dizendo: Bobinho!

Falei pra você só pode ser... CILADA.

De tarde novamente tirarão um ronco desta vez eu não dormi, só fiquei na janela olhando o movimento tomando uma Skol. Depois que acordaram novamente o Bruno e eu Fomos pra Praia, seu Bruno sei lá o que fez, e a mulher dele fez uma faxina geral na casa (super. divertido pra começar bem o ano né). Voltamos da praia e eles tinha saído e ido a casa de parentes (algo aparentemente mais divertido), estávamos com fome então tomamos um banho, e fomos num barzinho, daqueles de praia, superlotado, estilo lanchonete, o nome é Sombreiro, tem dois sombreiros dentro que passam do teto, o único lugar que tinha era uma mesa redonda com dois lugares de concreto bem ao lado de um dos sombreiro. A mesa estava completamente lotada, 5 potes, 2 garrafas, sujeira, depois de muito tempo um louco veio atender, perguntou como foi a virada e tal, então pedi um X bacon e uma ceva e o bruno um X salada, o cara informou que o Lanche ia demorar cerca de uma hora, muitos pedidos e pouca gente na cozinha, então ficamos de boa tomando a ceva conversando sobre: a segunda guerra, o corrida espacial, força g, formula 1, Abu Dhabi, Dubai, corrida no deserto de areia, entre outros assuntos de nerds, de pessoas com cultura e conhecimento. Quando acabou a ceva outra cilada. Chegou um gurizinho muito louco, pra trocar a garrafa por outra cheia, quando ele voltou perguntei sobre um item do menu:

Ei cara! Essa porção de isca de peixes é o que? Um prato cheio de minhocas?

Não cara, é camarão. Pô já vi que vocês tão muito louco, teu olho está todo vermelho (maldito foguete), mas nem da nada cara, eu to trampando desde as 8 da manhã (eram 9e45 da noite) e eu nem dormi ontem por causa do réveillon, to só na base do energético e da maconha. (ele estava insinuando que eu puxei um, e também se entregou, MACONHEIRO DO CARAMBA.).

Voltamos pra casa já era dia 2. No outro dia ‘’cedinho’’ (9 horas tarde pra caramba) saímos de volta pra Joinville, mais três horas naquele chove não molha, transito parado, falei pra você só pode ser CILADA.

Na estrada tinha umas churrascarias baratas abertas era 1 da tarde, nós estávamos com fome, o seu Bruno disse: Não, lá pra frente tem outras; andamos chegamos em Joinville, rodamos toda cidade, nenhum restaurante aberto, falei pra você, mais uma vez CILADA. O jeito foi ir pra casa e comer pão, por sorte eu cheguei em casa e esquentei o que sobrara do almoço. Como eu sempre digo: na minha casa eu como Yakisoba, eles comem tudo Yakisóba eu como. Se vc é burro e não entendeu (desculpa ai) E A QUE SOBRA EU COMO.

Bom esta é uma historia cheia de ciladas, mas quem não vive ciladas, não tem Historias.

Iniciamos mais um ano, reavaliamos o ano anterior, traçamos novas metas em busca da realização de nossos sonhos.

Como é bom ter sonhos, eles libertam nossa imaginação e irrigam a inteligência na busca de novas possibilidades. Quem sonha tem condições de enxergar novas possibilidades e de vislumbrar novos caminhos e se reinventar, ao contrário ficamos paralisados, estáticos e isto é um perigo.

Mas para que isso aconteça há uma força maior que a energia atômica disse Einstein, esta força chama-se Vontade.

Somos movidos a desafios, devemos ser pessoas apaixonadas e preparadas, pessoas que vestem a camisa, tem alto comprometimento, por isso tenho certeza que com este espírito conseguirei triunfar.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O causo de Agronômica.

Bom ainda falando da historia do passat; é conseguimos vende-lo mas pelo amor de Deus como ele nos deixou falido, mas munido de historias. Muitas historias nem lembro direito, também são muito curtinhas.

Mas agora gostaria de contar o causo de Agronômica.
Aí você me pergunta, que raio é agronômica? Bom eu também não fazia idéia, mas depois desse dia, agronômica entrou pra historia, pelo menos pra minha historia.

Era sábado 06/03/2010, estávamos no gol do Bruno, ele o Maicon e eu, No centro de Joinville dando um role, ai paramos não lembro porque, e o Bruno estava lendo uns recados no seu celular, eis que surge pela primeira vez na historia a palavra Agronômica, uma moça que o Bruno conheceu numa festa em são francisco do sul, morava em agronômica, que é uma cidade que fica cerca de 450 km daqui, bem ao lado de Rio do Sul, e nessa cidade naquele fim de semana rolava a festa estadual do arroz, A FERROZ, (FERROZ(U) meu irmão) e ela tinha convidado ele para ir pra lá, só que como era meia noite, era muito tarde para ir pra lá, vocês não acham?
Dane-se nós fomos mesmo assim. era meia noite, pegamos um mapa no Google Earth, imprimimos, munidos de cartão de credito, pegamos a estrada pra Agronômica.
Enquanto estávamos na rodovia do arroz, ali em Guaramirim, ouvíamos um barulho muito estranho, como se um helicóptero estivesse bem em cima do carro, e não sabíamos o que era, muito intrigados, percebi que o meu vidro direito, (eu estava sozinho atrás, então os dois vidros eram meus.) estava completamente aberto, e eu não tinha percebido esse detalhezinho que fazia uma barulheira, discretamente o fechei, e o barulho saiu, e eles la na frente ainda intrigados, quando eu contei, ouvi bastante também.
Logo depois, em Blumenau paramos num posto, compramos ''suplementos para a viagem''; tinha um velhão no banheiro, que berrava: ''é guri segura tua anaconda ai, aquela loira lá minha mano, gostosa né, que qui tu achou?'' (será que tava bêbado?) sai la fora tinha um travecão com uma peruca loira, entrei no gol e mandei pica mula dali.
Não podemos esquecer que durante a viagem o Bruno também aprontou das suas. como por exemplo em Ibirama, quando ele ia pagar a gasolina no cartão:
Moça do caixa: crédito ou débito?
Bruno: Crédito, não Débito, não não credito credito, A não Débito, não não Debito Automático. (como se não fosse a mesma coisa.)
Depois de quatro horas de viagem, chegamos em agronômica, facilmente achamos a FERROZ ''meu irmão'', Quando chegamos havia muita gente saindo, (Sempre estamos na contramão, nadando contra maré) inclusive quando entravamos na festa saia dela a moça que fomos atrás, e mais algumas amigas dela, o Bruno que a conhecia, as cumprimentou começou a conversar com elas, até que uma outro veio e disse, tá bom quem é esse? __ é meu amigo de Joinville que eu te falei, e ela apresentou as amigas ao Bruno, que não nos apresentou para elas. (FILHO DA MÃE)
E então eles combinaram que ela ligaria para ele de manhã para combinar um encontro.
Entramos na festa, não tinha nada de interessante, fomos para o carro e tiramos uma pestana, la pelas 6e30 quando saiu um lindo sol, fomos dar uma volta pela cidade, não tinha um espírito nas ruas da cidade, nem se quer de cachorro, um silêncio, andávamos em zig-zag na rua, ate pararmos num BAR, (que incrível, viajamos 450 km e fomos num Bar) jogamos uma sinuquinha, num Bar que parecia mais um Museu, ( Deve ser um Bar Ponto turístico de agronômica, pelo menos nos visitamos e éramos turistas) quando o Bruno pegou seu celular, para (sei lá pra que ele pegou) e viu que não tinha bateria, o meu não tinha credito, o do maicon era bloqueado, e a bateria de nenhum servia, então precisávamos de uma bateria, porque ele tinha que ver o numero da mina, (dava pra colocar o chip no meu, so que meu visor, as vezes ficava 100%, as vezes aparecia só 20% da imagem.) #pobreéfoda(momento Twitter). Então sua majestade rei da Inteligência Bruno, vagueou pela cidade, atrás de um otário, pra lhe emprestar a bateria de seu celular Samsung. __ ei tio, seu celular é samsung? ei tio empresta a bateria do seu celular? eu abaixei a cabeça e fiz de conta que não estava ali.
Como eu suspeitava essa (super) idéia não deu resultado nenhum. então Botei o chip no meu celular e fiquei ligando ele ate esse ''desgracento'' funcionar, depois de muita reza, (choro, xingamento, e idéias retardadas) o celular abriu o visor 100% e tinha um recado dela, (oh meu anjo, não acredito que você veio, vai ficar até que horas?, to esperando você ligar, você é tão incrível) FILHO DA MÃE, NÃO APRESENTA OS AMIGOS, QUE GASTA DINHEIRO PRA FAZER UMA VIAGEM DE 450 KM POR ELE, E OS AMIGOS QUE BANCARAM A VIAGEM E O ENCORAJARAM ELE A FAZE-LA PASSAM DESPERCEBIDOS NA HISTÓRIA.
Enfim, o Bruno ligou para ela, e marcaram um lugar. (segundo Bruno: entra na rua da cancha marinês, vai ate perto de uma igreja que ela vai ta lá) Saindo dali logo vimos uma cancha chamada são francisco, passamos reto, andamos bastante, quando vimos já era rio do sul, voltamos e nada dessa maldita cancha marinês, perguntamos para uma senhora que disse__ nunca ouvi falar, so sei da são francisco. entramos na rua da são francisco mesmo, e (puxa a cidade tinha tanta igrejinha, cada 300 metros tinha uma igrejinha.) tinha umas ''trocentas'' igrejinhas naquela rua.
Então recorremos ao celular que não tinha mais creditos, e agora também não abria 100% do visor, paramos num bar na frente de uma dessas igrejinhas. (De novo num Bar) e o Bruno tentou lembrar do numero dela, e ligou do orelhão da frente do Bar (Que não funcionava, e o Bruno só percebeu isso depois de muito tempo) com o orelhão fora de cogitação (oh! falei bonito agora hein?) O Bruno foi falar com o dono do bar, para ver se ele emprestava o telefone, contamos a historia para eles, enquanto o Bruno falava com ela no telefone, eles adoraram a historia ''Essi negoci di amo''R'' É bunitu me''R''mu né.''(dono do Bar sobre a historia que contamos pra ele)
Voltando para historinha, estávamos por incrível que pareça na frente da igreja certa, deixamos o Bruno ali, pegamos o gol (NÃO CONTA PRO PAI DELE) Pegamos o gol (ESSA HISTORIA COMEÇOU A FICAR BOA PRA ''NÓIS'' HEIN) pegamos o gol (Ê LASQUERA) pegamos o gol e fomos dar uma volta na cidade. passamos no posto que não aceitava cartão (impreno seculu vintium) e não compramos nada porque não tínhamos dinheiro, andamos pra tudo quanto é banda da cidade ( MAS NÃO DAVA PRA METER 60 KM/H PQ ACABAVA A CIDADE) ai entramos numa rua de barro, e fomos indo, fomos indo, (tinha uma plaquinha, bem vindos à Santa Luz, e embaixo da mesma plaquinha, volte sempre) então entramos numa rua bem estreita, quando eu vi uma placa que dizia ( PROPRIEDADE PARTICULAR) Avisei o maicon para voltar, mas como era estreita o jeito era meter ré, mas tinha um trambulhão atrás entrando (trambulhão significa, carro de grande porte, caminhonete, pick up) então subimos a ruazinha que era um morro, que dos lados so tinha mato, e não acabava mais e nos subíamos e subíamos, (COMEÇOU A NEVAR, URUBUS VOAVAM PERTO, VIMOS TODO LITORAL CATARINENSE, VI MEU TATARAVÔ FALANDO COM SÃO PEDRO) E subíamos e tinha umas casinhas so que não havia espaço para dar a volta, e subimos mais e o Trambulhão atrás. até chegarmos no cume, (O CARRO NO CUME PARA) (OLHA LÁ HEIN) no cume deram a volta. (olha la hein,)² Pra fazer a volta foi uma confusão danada, viramos e ficamos de frente pro trambulhão, que mandava a gente ir pra esquerda, (ONDE TINHA UM BURACÃO) e não tínhamos como virar, e então ele se enfiou no buracão (ele que META o TRAMBULHÃO NO BURACO) (OLHA LÁ HEIN)³ e então descemos o HimalaiaFAvelaComplex. Parecíamos estar dentro do gta (GRAND THEFT AUTO Agronômica ) No gta, você pega o carro de um doido, sai andando pela cidade, fazendo doideiras entrando em propriedades privadas, entrando onde quiser (olha lá hein)4 circulando aquelas igrejinhas barrocas, (Abandonadas) ( só não matamos velhinhas, não batemos com instintores nuns caras e não roubamos o dinheiro deles, e não temos um amigo chamado BIGDOG) (na verdade temos um amigo chamado BIGDOG) marcamos de encontrar com o Bruno la na Igrejinha as 11:00 da manha, pra depois vazarmos dali. Passamos la na igrejinha e ele tava la com a mina então mandei passar reto. (EU VI ELES ESTAVAM CONVERSANDO. pocha tu vai ver a mina que tu viajo 450km, para ve-la apenas por 2h e tu fica conversando, caraca mano conversa no msn porra.) ( foi mal ai o palavreado) então fomos la para festa do arroz. tinha muitos seguranças e so entrava com fitinha, então (burlamos os seguranças e entramos pelo estacionamento, quando um segurança foi tirar água do joelho.) assistimos uma corrida de moto, na lama, adulto e infantil. (BARULHEIRA DOS INFERNO, EU TAVA COM FOME, ESTAVAM FAZENDO ALMOÇO, E EU NÃO TINHA DINHEIRO PRA PAGAR. #POBREZADOSINFERNO) ( foi mal ai o palavreado)² Derrepente a droga do celular funciona, e toca, e era mãe do Bruno. (O Bruno falou pra mãe dele que ia numa festa no Iririu. e pediu pra mim não conta pra minha, porque somos vizinhos e a minha pode falar com a dele, mas mesmo assim quando era 6 H da manha eu liguei pra casa e disse: MÃE ADIVINHA ONDE EU TO, EU OLHO PRA ESQUERDA VEJO MONTANHAS E NUVENS, OLHO PRO MEIO VEJO MONTANHAS E UM CÉU AZUL LINDO E A RODOVIA, OLHO PRA DIREITA VEJO UM SOL LINDO E OLHO MAIS PRA BAIXO, E VEJO SOMENTE ARROZ, E SE EU OLHAR PARA TRÁS TALVEZ EU VEJA, ALGUMAS CASAS, QUE FORMAM A CIDADE DE AGRONÔMICA QUE É ONDE ESTOU.. OBS: Quando cheguei de viajem minha mãe perguntou: e ai gostaram de ALERMANICA?__ O Que É ISSO MÃE?__ A CIDADE ONDE VOCÊS FORAM PÔ.)
Bom voltando pra Alermânica, quer dizer Agronômica, a mãe dele ligou, e o Maicon jogou pra mim, que joguei pra ele, que jogou pra mim, que joguei pra ele que jogou(TA TA JA ENTENDERAM) e ai ele atendeu e disse que estávamos no IRIRIU que ja estávamos indo embora. (Puxa o Bairro Iririu FICA a 4H de viajem do Bairro Costa e Silva, Joinville é grande hein.) fomos atrás do Bruno e encontramos ele ja na esquina da cancha marinês, quer dizer cancha São francisco. e partimos, antes disso passamos no posto (PRÉ-HISTÓRICO QUE NÃO ACEITAVA CARTÃO) Pra encher um pouco (calibrar) os pneus, então reparem no papo de BRUNO e o cara do posto (frentista, gerente, caixa, dono, funcionário do mês do posto)
BRUNO: ei cara podia calibrar pra mim
carinha: 30
Bruno: pode ser
Bruno: chove muito por aqui?
carinha: de vez em quando
MEU DEUS DO CÉU AHAHAHA (EU e o MAICON dentro do carro)
Bruno: eu sou de Joinville cara.
Carinha: Morei lá 28 anos, trabalhei na tupi, putaqueparil la chove hein.
Bruno: pois é
carinha:(terminou o serviço) ''belezinha intau''
Bruno: quer quanto $?
carinho: fica por conta da casa.
Bruno: o valeu.
(REPAREM QUE O BRUNO QUER PAGAR PELO AR QUE O CARA COLOCOU NOS PNEUS)
HAHAHAHAHAHAH(EU E O MAICON, SEMPRE QUE LEMBRAMOS DESTA HISTORIA).
Voltando o Bruno cometeu algumas barberagens tipicas. (ia entrando numa marginal e quase bateu num carro que vinha por trás, pra não bater foi voltar e quase bateu numa kombi.)
(ligou o limpador traseiro, e não conseguiu desligar mais.)
chegamos em Joinville. Estávamos na rua do Maicon (sem saída) e o Bruno Foi dar a volta no final da rua, puchou o freio de mão, meteu o cutuvelo no ''puta-merda'' e as minas que estavam na rua e nós estávamos tirando uma onda, começar a raxar o bico.
la pelas 3:00 H da tarde de 07/03/2010,(aniversário da minha irmã) eu cheguei em casa. morto deitei e dormi ate na segundo dia 8, quando acordei para trabalhar.
esse foi mais um capitulo de ''As Loucas aventuras de Jack'' fique agora com sua programação local.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Um capítulo ''Louquíssimo'' da minha vida.

2010...

... bom la em 2009 nos tinhamos ido varias vezes a barra do sul com o Bruno no carro dele, ou melhor do pai dele, mas antes disso...

Uma noite deu a loca e fomos pro sitio novo, o Bruno foi tirar uma moça pra dançar, mas parecia que ele estava pedindo esmola pra ela, depois foi em outras e pegou um brinco do chao pra puchar assunto. enfim aquela noite tivemos uma louca ideia. Estavamos la fora no ponto de Onibus, e era 5 horas da manhã e nada de onibus, não tinhamos grana pro taxi (como sempre) nunca temos grana pra nada, nem pra beber la dentro, as vezes dividimos o mesmo copo de caipirinha de vinho. era 5 da matina e nós la esperando, demorou mas veio cheguei em casa 6 e30 tomei cafe e fui trabalhar. no Domingo isso mesmo. mas o importante é que la no ponto tivemos a ideia de comprar um carro. nada nos fez tirar essa ideia da cabeça. O Maicon e eu  fomos atras do carro.

Meses antes iamos atras de emprego. agora estavamos atras dum carro, procuramos, enrolamos, esquecemos, relembramos, corremos atras e acabamos comprando um passat 81.

Esse carro estava um tempão parado na frente de um condominio do lado da minha casa. Olhamos o bichão tava inteiro, e o cara queria 2500 e enrolamos ate compra-lo por 2000. Na hora de buscar o carro, jogamos a ideia de que teriamos que gastar 100 reais pra arrumar o motor que tinha umas falhinhas, entao iriamos pagar so 1900, o cara aceitou. pegamos o carro e ja levamos pra casa, antes fomos no Patrick que rachou o bico da passatera, vimos alguns defeitos nele tambem na parte eletrica, e em todo o resto, porém por dentro e de lata ele estava otimo. Levamos pra casa e mostramos pros meus Pais que assim como os outros riram. Nosso objetivo era melhora-lo, mas a grana tava curta. então primeiro levamos ele no mecanico. Custou 260 pila, 160 a mais do que era esperado. mas o motor ficou show de bola. o carro tava muito bom. Então fomos com ele pra faculdade, quando estavamos entrando numa das ruas mais movimentadas de joinville a Benjamim Constant, ele morreu e não tinha santo que fizesse ele pegar, nem sinal dava de vida. O maicon dirigindo e eu dando sinal pros carros de tras ultrapassar. ate que olhei tinha mais ou menos uns vinte esperando pra nos entrarmos, ai o jeito foi esperar eles sairem e empurrar o carro pra frente de uma empresa que tinha do lado, um grande patio, na frente. empurramo o bicho e nada dele pegar. abandonamos ele ali e fomos de pé ate a aula. depois da aula voltamos la pra tentar leva-lo pra casa. chamamos dois caras pra empurrar mas nada funcionou, colocamos mais gasolina e não funcionou, e nada dava certo. e ligamos pro dono do carro que foi no outro dia la busca-lo com o mecanico, que teve de pagar o guincho ate a oficina. ele arrumou o bixo e não gastamos nada desse vez.

Mas a outra vez foi muito mais constrangedora. tive que pagar a facul do maicon, ai ja descontei o mecanico que ele pagou e tres prestações do carro que eu devia pra ele. depois fomos atras de uma floricultura e não achamos nenhuma, isso que joinville é a cidade das flores, mas naquele dia  acontecia algo raro, choveu muito em Joinville coisa que acontece cerca de 350 dias por ano aqui. Iamos entrar em outra grande rua as 5 da tarde, mas novamente o bixo morreu e nada o fazia pegar de novo e tinha mais ou menos uns 20 carros parados atras pra entrar, entao uma boa alma passava ao lado e perguntou se precisava de ajuda pra empurrar: claro que queremos, pra nossa sorte tinha uma oficina logo ao lado e ja levamos la, ai esta o constrangedor, o cara fez uma chupeta, fez de tudo e nada, derrepente descobriu o problema. Carro não anda sem gasolina. Usamos a desculpa de que o marcador de gasolina não funcionava, entao o maicon correu na chuva pra pegar gasolina no posto, ao colocar a gasolina o marcador marcou por incrivel que pareça; não precisamos pagar nada de novo, o maicon com o susto e medroso do jeito que é, queria voltar pra casa, mas eu teimoso do jeito que sou queria ir atras de uma floricultura, e  o maicon medroso nao passava perto do centro com medo da policia. ( o carro nao dava o pisca pra direita, nao tinha luz alta, nem luz de placa, nem de ré, nem cinto, não tinha freio de mão) então pra não arriscar o maicon parou antes da rua Blumenau (que divide o bairro do centro) ai eu fui de pé ate o Big, porque não achei nenhuma floricultura, la comprei as flores, comprei tambem um guarda chuva, e tambem umas roupas e uma caixa de bombom. (nada me faria desistir de comprar essas flores, porque era aniversario de alguem muito importante pra mim, nem a chuva, e o transito e nosso pal velho me fez desistir de correr atras delas,) Demorei pra cacet*, mas tava feliz porque as mulheres elogiaram o meu bom gosto em escolher azaleias com uma caixa de bombom. mas ja o maicon tava pu*o, quando eu chegei todo molhado e correndo na chuva com uma porrada de sacolas e flores vi o maicon dando a volta e pensei que ele ia embora, ai eu bati no vidro, ele abriu a porta e eu entrei: po cara achei que tinha ido embora. ele começou aquele chororo, porra cara que demora, meu eu tinha coisa pra fazer, meu ta chovendo, meu tem transito, eu tava dando a volta pra ir embora sorte a tua. depois de ficarmos meia hora pra atravessar uma rua, a chuva embassava o vidro nao dava pra ver nada, o maicon se enfiou na frente e conseguiu entrar, acelerou numa rua de calçamento e acabou quebrando uma parte da frente do carro ,(de plastico que fica ao redor dos faróis) embora essas coisas, teve uma porrada de historias que conto depois, agora vou buscar a mana na creche.(ops isso não é twitter) 

Só os loucos sabem

Curtir a vida e passar por coisas esquisitas e engraçadas e ate impossiveis, '' O Impossivel é só questão de opinião e disso os loucos sabem'' 

Vou contar uns causo antigo mas que me aborrecem ate hoje.

Uma vez me convidaram para uma festa, e o convite era bem real. Cheguei lá não tinha ninguém, e eu fiquei esperando até aparecer alguém ai eu entraria, mas ninguém apareceu, então a dona da ''festa'' ia saindo com sua mãe, e perguntou o que eu estava fazendo ali: Ora, vim pra festa pô! eu disse, ela disse que estava brincando, não ia ter festa. fiquei p**o.

Aquele ano concerteza foi o pior da minha vida, tento me afastar de tudo que me liga e que me lembra aquele ano. 2005 pior impossivel, hoje depois de muitas voltas que o mundo deu, to numa pior, mas pelo menos não sofro que nem sofri aquele ano, decepções, intrigas, fim de amizades de anos, e uma angustia e muita raiva. coisas ruins que quero esquecer.

Mas logo depois 2006, foi maravilhoso. Estudava de manhã, minha sala era abençoada, além de ser unida, fiz grandes amigos, grandes amores, foi concerteza o melhor ano da minha vida. A tarde eu ia na casa do meu irmaozinho Patrick, po cara quando a gente nao ia trabalhar que era muito louco, pq a gente so conversava, mas era a melhor dupla la nas estampas de sacolas, quando não trabalhavamos, porque nem sempre havia serviço, ficavamos a tarde toda jogando video game ou conversando, jogando bola, fazendo alguma coisa legal, a noite iamos ao curso de informatica e de auxiliar administrativo. Todo Sabado ia jogar bola em pirabeiraba e domingo, sei la domingo sempre foi uma porcaria. 

2007 meia boca, todo mundo começou a trabalhar registrado, e mudaram todos pra noite, e eu mas la pro fim do ano fui no mesmo caminho, arrumei um trampinho meia boca, com uma mulherzinha insuportavel, fora meus amores de 2006 me deixarem e irem pro Rio grande do Sul, meus parcerinhos tavam comigo. o Patrick o único, e o ano termino como começou meia boca.

2008 tenho milhões de historias então não vai caber nesse pedacinho, merece muito espaço, que ano incrivel, terceirão.

2009 ... e agora 2010 esses anos de muitas historias vão ser detalhados aqui.

aguardem.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Primeiras Loucuras

 

Meus Amigos! Loucas Aventuras! são mato nessa minha vida.

Bom depois de viajar muitos quilometros com meu brother loco que dirige mal, resolvi comprar um carro, e comprei um carro que só pra rir mesmo, portanto vamos começar com o Brother loco que dirige mal.

Meu vizinho o Bruno, conheceu meu parceiro Maicon aqui em casa numa festa que eu tava fazendo, começou a mostrar suas lorotas, bebeu um pouquinho de vinho e começou a falar besteira, mas besteiras que eu digo são coisas absurdas nada com nada, (Bruno é parceiro, mas conta uma piada engraçada todo mundo ri mas ele não entende a piada que contou, ja deu pra entender né?) Outro dia tivemos a louca idéia de ir jogar uma sinuca numa recreativa aqui perto, la tivemos a ideia mais louca ainda de pedir o golzinho do pai do Bruno, pra darmos uma volta por ai, Depois de massacrarmos o Maicon na sinuca, ele tava loco pra ir, essa foi a Primeira vez que Bruno pegou o carro do pai a noite, enfim foi ai que tudo começou. Acabamos parando numa pizzaria la no centro comendo um rodizio, o Bruno aprontou as suas, como por exemplo, o garçom perguntou se ele queria Pizza de frango com Catupiry e ele perguntou: Qual os Ingredientes? E Depois quando seu prato tava cheio, o garçom trouxe outra e ele pediu pro garçom volta dali uns 10 minutinhos com a mesma pizza. Enfim ele dirigindo é incrivel, costumamos falar que ele é um controle, o carro é um video game e nós estamos jogando, porque não podemos perder a atenção, porque o parcerinho apesar de ser daqui, não conhece direito os caminhos da cidade, então a gente fica né: Bruno direita, esquerda, diminui, acelera que o cara de tras ta colado, não entra que é contramão, freia, olha a lombada pô, Meu Deus bruno cuidado! presta atenção, e por ai vai.

Outra Noite, combinamos em ir num bar chamado Strike, Fomos Bruno, Maicon, Patrick e eu. ficamos lá até umas 2h ate inventarmos de ir para Barra do sul(praia), cidade que fica sei la uns 60 km daqui, o Patrick não quis ir, deixamos ele em casa e partimos. Foi a primeira vez de muitas que iriamos para lá. naquele dia aconteceu pouca coisa, além do bruno ter errado o caminho, e quando vimos estavamos perto de jaraguá do sul, totalmente pro outro lado.

Na Outra semana também fomos pra lá. chegando lá resolvemos dar uma olhada na minha casa de praia(barraco), era um dia que tinha chovido muito, Na verdade era noite, então haviam varias poças e buracos gigantescos, contornamos o quarteirão olhamos a casa, o bruno se embabacou todo pra dar a volta, resolveu passar por ali mesmo, eu disse pra ele ir devagar e tentar ir desviando, ele disse não meu pai sempre diz nessas horas ir rapidão, não deu otra, meteu pal pra dentro das poças com o golzinho, ele girava o volante pra la pra ca, parecia um rally mesmo, Chovia lama que era mato. logo apos aconteceu uma cena bizarra, havia na beira da rua uma poça, e ao lado da poça sentado perfeitamente tinha um cara, sentado perfeitamente no lugar onde a água iria se alguem passasse de caarrro por ali, isso aconteceria, quando o Bruno tava bem perto da poça eu vi o cara e gritei ele conseguiu desviar e o cara fico la sentadão numa boa só olhando, ja devia ter queimado uma. O Maicon sempre diz que eu não devia ter avisado o Bruno, daí a historia ia ser mais engraçada. Logo depois, de meter bala nas poças, o carro paro e não tinha santo que fize-se pegar, ai nos empurramos mas não deu nada, encostamos debaixo dum poste, e fizemos aquela idiotice que todo mundo faz, abrir o capô e fica olhando pro motor, tres bestas que não sabem pra que serve aqueles cabo fio e coisarada, enfim como imaginei a olhada no motor não o assustou e ele não funcionou. e logo ao lado tinha uma igreja evangelica, e os irmão passavam nos olhando e olhavam para o carro como quem dizia: viu? bem feito quem mando não aceita Jesus, AGORA PAGUEM!! logo o magnifico genial Bruno, foi bater palma numa casa ali na frente pediu ajuda. vieram o dono, o genro do velho e o filho, logo de cara ja entregou nossa burrice: esse carro é com injeção eletronica, não ter carburador não adianta empurrar. vix!! na verdade so aumentou o numero de bestas olhando pro motor do carro, ai o genro do cara que era um sarro, ficava zoando a gente, enquanto o Bruno foi pedir ajuda numa bodega, o cara brincava comigo e o maicon de boa, ai descobriu que o Bruno que tava dirigindo: vamo pegar esse bicho enche de porrada!! e ficava imitando um personagem do pretinho basico, que da conselhos errados o almir: METE UM GALETINHO, FILHO! DA NADA NÃO PODE METE UM GALETÃO QUE TA GARANTIDO.

O velho olhando o motor e o cara dizia: corta o fio vermelho, sempre tive sorte com o vermelho. Até que apareceu o Bruno, com um mecanico num monzinha que tinha a seguinte escrita atras: VIVENDO NA TERRA, bom se ele entendia de terra devia entende de barro, lama e ia sabe resolve: Molhou a destribuição de energia: preciso de um poco de gasolina pra secar, disse ele, ai o velho puxou uma mangueirinha e começou a tirar a gasosa, so que o cara tinha achado um oleo la e não preciso mais da gasolina. O carro pegou, estavamos indo embora, agradecemos o velho que disse: OBRIGADO O C@R@LH# BEBI GASOLINA POR NADA.

**Quando iamos embora o Bruno colocando o cinto olhando pra baixo não percebeu que o gol ia de encontro com uma tupic que vinha do outro lado da rua de frente. então gritamos aquela nossa famosa frase: OLHA PRA FRENTE BRUNO! PORR@!!

Esse é Jack

Prazer eu sou jack.

Jack é um nome show de bola né, mas não é meu nome de verdade, quem sabe um dia será o nome do meu filho, meu craquezinho, tomara que vire jogador, ta ta, ja to voando, meu nome não é jack, parece nome de filme né. jack é so um apelido meu, vem do pirata jack Sparrow, de piratas do caribe, também me chamam de johny, mas meu nome não é johny, tambem me chamam de godoy, mas também não é godoy, nem as outras coisas que me chamam, djoudjou, ibra, messi, avatar, james, orelha seca, jo, carça, mané, filha da ta ja chega, deu pra entender né, tenho varios apelidos, meu nome é muito grande nem quero dizer ja, vou fazer suspense, bom eu tenho 19 anos , faço administração, se alguem quiser me contratar aí, tamo ai. Ja voei de novo.

eu coloquei o titulo desse artigo, esse é jack, pra ficar igual aqueles filmes sabe, primeira coisa que o narrador fala é: esse é fulano de tal, e bla bla, achei legal.

Criei essa bagaça desse blog, porque, eu tenho uma vida louca, tenho cada historia louca pra contar, e vocês vão chorar de tanto rir, chorar por que se emocionaram, ou chorar porque tá um tédio, ou chorar porque alguém pisou no seu pé machucado enfim, quero ter sua companhia.

então declaro inaugurado o blog "" AS LOUCAS AVENTURAS DE JACK""".!!

EU sempre quis dizer isso!!